Sonho de costureiras do Dique da Vila Gilda se transforma em realidade

Compartilhe:

10/11/2009 - PMS

Inclusão social, geração de renda e emprego fazem parte dos objetivos da Cooperativa de Costureiras do Dique da Vila Gilda - projeto Costurando o Amanhã. Esse é o antigo sonho de vida de um grupo de moradoras do Dique, oficializado, na segunda (9) no Centro da Juventude da Zona Noroeste, com a assinatura da ata de constituição da cooperativa e a entrega de certificados de cursos ministrados pelo Senai e Sebrae.
Links Patrocinados


Da cerimônia de diplomação participaram autoridades municipais, representantes das instituições parceiras, formandas e formandos, familiares e membros da comunidade local. O gerente do Escritório Regional da Baixada Santista do Sebrae, Paulo Sérgio Franszosi, reforçou que o certificados tinham um significado maior do que um simples pedaço de papel. "Atestam que todas conquistaram uma profissão com perspectiva de obter mais renda e qualidade de vida".

O diretor do Senai, Claudemir Facco de Oliveira, destacou a qualificação e o trabalho em equipe como as principais ferramentas para se atingir o sucesso; e o presidente do Rotary Club José Bonifácio, Nelson Liza Ferreira, se prontificou a continuar ajudando a cooperativa. A entidade doou, em maio passado, 14 óculos para alunas necessitadas de usar lentes corretivas e kits de costura, patrocinados pelo Grupo Flipper e Cia. Bandeirantes de Armazéns Gerais.

A presidente da Sociedade Pró-Melhoramentos do Dique da Vila Gilda, Lucineya Marques de Lima Souza, que também assumiu a presidência da cooperativa, disse ser impossível traduzir o sentimento dos 40 cooperados. "Nada no mundo é tão importante como o conhecimento. Falar obrigada é tão pouco pela transformação ocorrida nas nossas vidas. Inclusão social é justamente a oportunidade que nos foi dada".

O momento festivo contou com uma exposição da roupas produzidas pelas cooperadas (calças, blusas, vestidos), acessórios (bolsas, colares, aventais) e almofadas. Um grupo de alunos da unidade escolar Leonardo Nunes dançou o cavalo marinho , considerado o bumba-meu-boi de Recife, sob o comando do professor Sérgio Ferreira.

Trinta e quatro mulheres e dois homens (Miguel Nunes de Santana e Otaviano Francisco Bezerra) receberam quatro certificados cada um: do Senai, correspondente aos cursos de qualificação profissional em costura de máquina reta e overloque, e modelista de roupas. Do Sebrae, referente ao de empreendedorismo e de cooperativismo Juntos Somos Fortes.

.