Mudanças climáticas e COP15 são temas do terceiro Café Ambiental

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08/12/2009 - Valéria Duarte/SMA - Fotografia: José Jorge

Cerca de 10 entidades participaram do encontro e conheceram as ações do Estado para enfrentar os efeitos do aquecimento global

Com o início da 15ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP15 a pauta do Café Ambiental entre os representantes das entidades ambientalistas e o secretário do meio ambiente Xico Graziano não poderia ser outra. Cerca de 10 organizações registradas no Cadastro de Entidades Ambientalistas de São Paulo – CadEA conheceram as ações que o governo do Estado apresentará em Copenhague, na Dinamarca, como exemplo no enfrentamento das mudanças climáticas.

Os ambientalistas trocaram idéias a respeito dos projetos executados

O secretário ouviu dos ambientalistas idéias a respeito de novas tecnologias sobre tratamento de resíduos, da capacitação de jovens para atuarem no mercado de trabalho na área ambiental e recebeu deles denúncias de degradação ambiental. Graziano ficou satisfeito com a troca de informações. “A idéia desse café é de melhorar a comunicação entre as entidades e o sistema público de meio ambiente”, afirmou.

O secretário Xico Graziano mostrou as propostas que serão
apresentadas em Copenhague


A coordenadora de educação ambiental da Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA, Malu Freire, encerrou o encontro ressaltando o papel da educação ambiental, haja vista que diversas entidades presentes relataram atividades voltadas a esta temática. “Aqui na secretaria nós acreditamos que a educação ambiental não deve ser um componente lembrado no final do projeto, mas considerado desde o início. Como exemplo disso, temos as ações da coordenadoria em quase todos os projetos ambientais estratégicos”, enfatizou.

Graziano apresentou, entre outros dados, os números da recuperação ambiental por meio de reposição florestal e restauração de matas ciliares. Somente em 2009 mais de 502 mil hectares foram recuperados. Em contrapartida, a autorização para supressão de vegetação no 1º semestre de 2009 representou apenas 1237 hectares.



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