Lixo plástico e dentes de tubarão transformam-se em arte de sensibilização ambiental
Mosaico feito com 2,4 milhões de peças de plástico, mesmo número estimado que entra nos oceanos do mundo, a cada hora. Todos os plásticos nesta imagem foram recolhidos no Oceano Pacífico.








Basta de finning
Mosaico feito com 270.000 dentes de tubarão fossilizados, igual ao número estimado de todas as espécies de tubarões mortos em todo o mundo a cada dia somente pela prática ilegal de finning (retirada de barbatanas e descarte do corpo no mar).
Mosaico feito com 270.000 dentes de tubarão fossilizados, igual ao número estimado de todas as espécies de tubarões mortos em todo o mundo a cada dia somente pela prática ilegal de finning (retirada de barbatanas e descarte do corpo no mar).





Fotos: Chris Jordan.
Maré negra no Porto de Santos
TV Justiça
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Garantir a preservação ambiental no Porto de Santos, o maior da América Latina, é um desafio. Por ano, passam pelo local 80 milhões de toneladas de produtos, o equivalente a 25% das importações do país. O problema é que alguns navios deixam um rastro de óleo que pode causar grandes estragos não só ao mar, mas também a regiões costeiras e manguezais. A legislação prevê punições rigorosas para quem comete este tipo de crime. Erica Resende mostra o exemplo de três agências marítimas condenadas pela Justiça. O valor das indenizações por dano ambiental pode chegar a quase um milhão de reais.
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Obras do Onda Limpa avançam no Litoral Norte
29/10/2009 - Sabesp
O Governo do Estado anuncia nesta quinta-feira, durante visita do vice-governador ao município de Ubatuba, novas licitações de obras do Programa Onda Limpa para o Litoral Norte. Por meio da Secretaria de Saneamento e Energia e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o Executivo estadual trabalha para ampliar os índices de coleta e tratamento de esgoto, contribuindo para a saúde da população, proteção e preservação do meio ambiente e para a melhoria na balneabilidade das praias, preservando a vocação turística da região.
O Programa Onda Limpa é uma das maiores ações de saneamento do Brasil e o maior projeto de recuperação ambiental em execução no litoral paulista, num total de R$ 1,68 bilhão. No atual governo, no período de 2007 a 2010, estão sendo investidos cerca de R$ 373 milhões em obras de esgotamento sanitário no Litoral Norte. “São recursos importantes que vão completar o sistema de saneamento local e contribuir significativamente para a despoluição das praias”, disse o secretário adjunto, Ricardo Toledo Silva. Desse total, R$ 190 milhões envolvem obras já executadas, iniciadas ou em processo de licitação, dentro do orçamento da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Os demais R$ 183 milhões estão previstos a partir do segundo semestre de 2010 e com a participação da iniciativa privada. “Uma parceria público-privada acelera o processo de realização das obras, ainda que a Sabesp continue a ser responsável pela prestação dos serviços”, explicou Umberto Semeghini, diretor de Sistemas Regionais da empresa.
Hoje (29/10), o vice-governador, Alberto Goldman, acompanhado do secretário adjunto de Saneamento e Energia, Ricardo Toledo Silva e do diretor de Sistemas Regionais da Sabesp, Umberto Semeghini, chega a Ubatuba para visitar obras, anunciar licitações em andamento e apresentar às autoridades locais as ações em andamento nos quatro municípios, conforme pacote de obras lançado em abril deste ano, durante reuniões entre a Secretaria de Saneamento e Energia, a Sabesp e os prefeitos municipais. O valor envolvido nas ações de infraestrutura do sistema de esgoto hoje anunciadas é de R$ 78,7 milhões, que contempla obras dos sistemas de esgotos de Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba e ampliação do sistema de abastecimento de água na costa sul de Ubatuba, como parte do Programa Água no Litoral.
Com o conjunto de obras previstas entre 2007 e 2012, os índices de coleta de esgotos terão a seguinte evolução: em Caraguatatuba, passarão de 35% para 78%; em São Sebastião, de 44% para 72%; em Ubatuba, de 28% para 68% e, em Ilhabela, de 4% para 62%. Nos municípios do Litoral Norte, 100% dos esgotos coletados são tratados.
Para que a Sabesp alcance os índices de coleta projetados para a região em 2012, será fundamental a participação da iniciativa privada já a partir do segundo semestre de 2010. Nessa parceria serão incluídas obras de esgotamento sanitário e reforço no abastecimento de água, que possibilitarão a universalização dos serviços nas quatro cidades do Litoral Norte.
“O trabalho vem sendo desenvolvido em parceria com as prefeituras dos quatro municípios, que também têm se preocupado com a questão da drenagem das águas pluviais e da disposição dos resíduos sólidos, pois essa poluição também tem impacto nas águas dos rios e mares”, acrescentou Ricardo Toledo Silva.
A seguir, as principais ações em cada município:
Caraguatatuba
A instalação de redes coletoras da margem direita do rio Juqueriquerê, no bairro Travessão, que foram concluídas em maio/2009, e a ampliação da rede de esgoto, no Perequê-Mirim, com início previsto para fevereiro de 2010, fazem parte das obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário Porto Novo e vão promover aumento dos índices de atendimento por coleta e tratamento dos esgotos de 35% para 50%, em Caraguatatuba. Além disso, já está assinada a contratação das obras complementares do sistema de esgotamento sanitário do bairro Rio do Ouro. Ao todo, são R$ 16,7 milhões aplicados nessas obras.
São Sebastião
A construção dos sistemas de esgotamento sanitário Barra do Una/Engenho e Baleia/Sahy, anunciados em abril, terá investimento de R$ 27,7 milhões e as obras, que incluem duas estações de tratamento de esgoto, vão beneficiar 38 mil pessoas com coleta e tratamento de esgoto a partir de 2011. O edital foi lançado em agosto e as obras estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2010, com duração de um ano e meio.
Essa é uma antiga reivindicação da comunidade local e é uma parceria da Sabesp com a prefeitura.
Ilhabela
Em novembro será publicado o edital para a contratação das obras de reversão dos esgotos da Bacia do Saco da Capela e a construção de redes coletoras no bairro Itaquanduba. O esgoto coletado será enviado para a Estação de Pré-Condicionamento e encaminhado para o Emissário submarino Itaquanduba, que foi assentado em maio deste ano e encontra-se em construção. A ampliação da coleta de esgotos beneficiará 15 mil pessoas no final de 2011, a um custo de R$ 8,5 milhões.
Ubatuba
As obras em andamento da primeira etapa do sistema de esgotamento sanitário em Perequê-Açu e Tenório estarão concluídas até o final deste ano. O início da segunda etapa está previsto para janeiro de 2010 – a licitação encontra-se em andamento. O conjunto dessas obras vai beneficiar 25 mil pessoas em alta temporada.
Os bairros Estufa I e II e Jardim Carolina também serão contemplados. O edital para a contratação das obras será publicado em novembro. Essa obra de esgoto vai reduzir a poluição das praias Perequê-Açu e Cruzeiro a partir de 2012 e tem um custo estimado de R$ 20,5 milhões.
Água - Em Maranduba, na costa sul do município, a Sabesp vai ampliar o abastecimento de água tratada para atender até 57 mil pessoas na temporada. Nesta 1ª etapa, iniciada em agosto, a Sabesp está implantando adutora de 1.758 metros. O investimento passa de R$ 900 mil.
Água no Litoral – A melhoria do abastecimento de água tratada nos quatro municípios do Litoral Norte faz parte do plano de investimentos da Sabesp, que totaliza R$ 198 milhões em obras de ampliação e complementação dos sistemas produtores de Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba.
Plano diretor – Durante a visita, também será divulgado o início dos estudos do plano diretor de saneamento para o Litoral Norte, que deverá direcionar os investimentos em água e esgoto na região de acordo com as necessidades e prioridades dos municípios, num horizonte de 30 anos. A Sabesp está conduzindo os trabalhos, que deverão terminar no segundo semestre de 2010.
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O Governo do Estado anuncia nesta quinta-feira, durante visita do vice-governador ao município de Ubatuba, novas licitações de obras do Programa Onda Limpa para o Litoral Norte. Por meio da Secretaria de Saneamento e Energia e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o Executivo estadual trabalha para ampliar os índices de coleta e tratamento de esgoto, contribuindo para a saúde da população, proteção e preservação do meio ambiente e para a melhoria na balneabilidade das praias, preservando a vocação turística da região.
O Programa Onda Limpa é uma das maiores ações de saneamento do Brasil e o maior projeto de recuperação ambiental em execução no litoral paulista, num total de R$ 1,68 bilhão. No atual governo, no período de 2007 a 2010, estão sendo investidos cerca de R$ 373 milhões em obras de esgotamento sanitário no Litoral Norte. “São recursos importantes que vão completar o sistema de saneamento local e contribuir significativamente para a despoluição das praias”, disse o secretário adjunto, Ricardo Toledo Silva. Desse total, R$ 190 milhões envolvem obras já executadas, iniciadas ou em processo de licitação, dentro do orçamento da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Os demais R$ 183 milhões estão previstos a partir do segundo semestre de 2010 e com a participação da iniciativa privada. “Uma parceria público-privada acelera o processo de realização das obras, ainda que a Sabesp continue a ser responsável pela prestação dos serviços”, explicou Umberto Semeghini, diretor de Sistemas Regionais da empresa.
Hoje (29/10), o vice-governador, Alberto Goldman, acompanhado do secretário adjunto de Saneamento e Energia, Ricardo Toledo Silva e do diretor de Sistemas Regionais da Sabesp, Umberto Semeghini, chega a Ubatuba para visitar obras, anunciar licitações em andamento e apresentar às autoridades locais as ações em andamento nos quatro municípios, conforme pacote de obras lançado em abril deste ano, durante reuniões entre a Secretaria de Saneamento e Energia, a Sabesp e os prefeitos municipais. O valor envolvido nas ações de infraestrutura do sistema de esgoto hoje anunciadas é de R$ 78,7 milhões, que contempla obras dos sistemas de esgotos de Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba e ampliação do sistema de abastecimento de água na costa sul de Ubatuba, como parte do Programa Água no Litoral.
Com o conjunto de obras previstas entre 2007 e 2012, os índices de coleta de esgotos terão a seguinte evolução: em Caraguatatuba, passarão de 35% para 78%; em São Sebastião, de 44% para 72%; em Ubatuba, de 28% para 68% e, em Ilhabela, de 4% para 62%. Nos municípios do Litoral Norte, 100% dos esgotos coletados são tratados.
Para que a Sabesp alcance os índices de coleta projetados para a região em 2012, será fundamental a participação da iniciativa privada já a partir do segundo semestre de 2010. Nessa parceria serão incluídas obras de esgotamento sanitário e reforço no abastecimento de água, que possibilitarão a universalização dos serviços nas quatro cidades do Litoral Norte.
“O trabalho vem sendo desenvolvido em parceria com as prefeituras dos quatro municípios, que também têm se preocupado com a questão da drenagem das águas pluviais e da disposição dos resíduos sólidos, pois essa poluição também tem impacto nas águas dos rios e mares”, acrescentou Ricardo Toledo Silva.
A seguir, as principais ações em cada município:
Caraguatatuba
A instalação de redes coletoras da margem direita do rio Juqueriquerê, no bairro Travessão, que foram concluídas em maio/2009, e a ampliação da rede de esgoto, no Perequê-Mirim, com início previsto para fevereiro de 2010, fazem parte das obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário Porto Novo e vão promover aumento dos índices de atendimento por coleta e tratamento dos esgotos de 35% para 50%, em Caraguatatuba. Além disso, já está assinada a contratação das obras complementares do sistema de esgotamento sanitário do bairro Rio do Ouro. Ao todo, são R$ 16,7 milhões aplicados nessas obras.
São Sebastião
A construção dos sistemas de esgotamento sanitário Barra do Una/Engenho e Baleia/Sahy, anunciados em abril, terá investimento de R$ 27,7 milhões e as obras, que incluem duas estações de tratamento de esgoto, vão beneficiar 38 mil pessoas com coleta e tratamento de esgoto a partir de 2011. O edital foi lançado em agosto e as obras estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2010, com duração de um ano e meio.
Essa é uma antiga reivindicação da comunidade local e é uma parceria da Sabesp com a prefeitura.
Ilhabela
Em novembro será publicado o edital para a contratação das obras de reversão dos esgotos da Bacia do Saco da Capela e a construção de redes coletoras no bairro Itaquanduba. O esgoto coletado será enviado para a Estação de Pré-Condicionamento e encaminhado para o Emissário submarino Itaquanduba, que foi assentado em maio deste ano e encontra-se em construção. A ampliação da coleta de esgotos beneficiará 15 mil pessoas no final de 2011, a um custo de R$ 8,5 milhões.
Ubatuba
As obras em andamento da primeira etapa do sistema de esgotamento sanitário em Perequê-Açu e Tenório estarão concluídas até o final deste ano. O início da segunda etapa está previsto para janeiro de 2010 – a licitação encontra-se em andamento. O conjunto dessas obras vai beneficiar 25 mil pessoas em alta temporada.
Os bairros Estufa I e II e Jardim Carolina também serão contemplados. O edital para a contratação das obras será publicado em novembro. Essa obra de esgoto vai reduzir a poluição das praias Perequê-Açu e Cruzeiro a partir de 2012 e tem um custo estimado de R$ 20,5 milhões.
Água - Em Maranduba, na costa sul do município, a Sabesp vai ampliar o abastecimento de água tratada para atender até 57 mil pessoas na temporada. Nesta 1ª etapa, iniciada em agosto, a Sabesp está implantando adutora de 1.758 metros. O investimento passa de R$ 900 mil.
Água no Litoral – A melhoria do abastecimento de água tratada nos quatro municípios do Litoral Norte faz parte do plano de investimentos da Sabesp, que totaliza R$ 198 milhões em obras de ampliação e complementação dos sistemas produtores de Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba.
Plano diretor – Durante a visita, também será divulgado o início dos estudos do plano diretor de saneamento para o Litoral Norte, que deverá direcionar os investimentos em água e esgoto na região de acordo com as necessidades e prioridades dos municípios, num horizonte de 30 anos. A Sabesp está conduzindo os trabalhos, que deverão terminar no segundo semestre de 2010.
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Fotos da 13ª Ação Voluntária EcoFaxina
28/10/2009
Saudações EcoLógicas!
Em mais uma ação voluntária, o Instituto EcoFaxina esteve presente no manguezal do rio do Bugre (Vila Gilda - Santos) e retirou 1.010 quilos de lixo.
A soma agora, após 13 ações, chega a 16.054 quilos de lixo retirados do sistema estuarino!
Saudações EcoLógicas!
Em mais uma ação voluntária, o Instituto EcoFaxina esteve presente no manguezal do rio do Bugre (Vila Gilda - Santos) e retirou 1.010 quilos de lixo.
A soma agora, após 13 ações, chega a 16.054 quilos de lixo retirados do sistema estuarino!
Agradecemos a todos os voluntários e a comunidade da Vila Gilda, em especial as crianças, que a cada ação aprendem mais sobre a importância do nosso ecossistema!
"Tio, dá uma luva!"
Para mais fotos da 13ª Ação Voluntária clique aqui.
"Tio, dá uma luva!"
Para mais fotos da 13ª Ação Voluntária clique aqui.
Viva o manguezal!!!
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Plastic Pellets para Takada
17/10/2009 - Por Andréa de Lima/Global Garbage
O Dr. Hideshige Takada, da Universidade de Tokyo, conduz uma pesquisa para avaliar as concentrações de poluentes orgânicos adsorvidos aos pellets, ou nibs, pequenas esferas de polietileno que são a base para a produção de diferentes tipos de plástico.
Os pellets estão espalhados pelos oceanos e depositados nas praias de todo o mundo. A pesquisa do Dr. Takada tem como objetivo mapear as concentrações de poluentes orgânicos globalmente, utilizando os pellets como base para a análise. Para isso, lançou uma chamada para pellets (Call for Pellets) que incentiva pessoas de todo o mundo a coletarem pellets em praias de sua região, anotando as coordenadas e enviando para seu laboratório no Japão, onde os pellets serão analisados.

A coleta dos pellets é extremamente simples, são necessários apenas um envelope de papel alumínio e uma pinça de aço inoxidável, ou, se não tiver a pinça, com as mãos bem lavadas. A coleta consiste em pegar os pellets na areia e colocar no envelope de alumínio. Dr. Takada precisa de no mínimo 100 pellets para fazer sua análise, mas o ideal para ele são 200, para ter dados mais confiáveis. Depois de coletados os pellets é só enviar pelo correio. Que pode ser como carta mesmo, já que os pellets não fazem muito volume. O envio deles para o Japão fica em menos de 5 reais.

Na terça-feira passada, aproveitamos que o grupo de estudos não se reuniu e fomos coletar pellets na Ponta da Praia, em Santos. Caio levou o GPS, e em menos de duas horas já havíamos coletado mais de 400 pellets, foi muito rápido.
Quem tiver interesse no assunto entre no site do International Pellets Watch
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O Dr. Hideshige Takada, da Universidade de Tokyo, conduz uma pesquisa para avaliar as concentrações de poluentes orgânicos adsorvidos aos pellets, ou nibs, pequenas esferas de polietileno que são a base para a produção de diferentes tipos de plástico.
Os pellets estão espalhados pelos oceanos e depositados nas praias de todo o mundo. A pesquisa do Dr. Takada tem como objetivo mapear as concentrações de poluentes orgânicos globalmente, utilizando os pellets como base para a análise. Para isso, lançou uma chamada para pellets (Call for Pellets) que incentiva pessoas de todo o mundo a coletarem pellets em praias de sua região, anotando as coordenadas e enviando para seu laboratório no Japão, onde os pellets serão analisados.

A coleta dos pellets é extremamente simples, são necessários apenas um envelope de papel alumínio e uma pinça de aço inoxidável, ou, se não tiver a pinça, com as mãos bem lavadas. A coleta consiste em pegar os pellets na areia e colocar no envelope de alumínio. Dr. Takada precisa de no mínimo 100 pellets para fazer sua análise, mas o ideal para ele são 200, para ter dados mais confiáveis. Depois de coletados os pellets é só enviar pelo correio. Que pode ser como carta mesmo, já que os pellets não fazem muito volume. O envio deles para o Japão fica em menos de 5 reais.

Na terça-feira passada, aproveitamos que o grupo de estudos não se reuniu e fomos coletar pellets na Ponta da Praia, em Santos. Caio levou o GPS, e em menos de duas horas já havíamos coletado mais de 400 pellets, foi muito rápido.
Quem tiver interesse no assunto entre no site do International Pellets Watch
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Você sabe o que é preciclar?
Por Pólita Gonçalves
É muito simples! É pensar antes de comprar.
40% do que nós compramos é lixo.
São embalagens que, quase sempre, não nos servem para nada, que vão direto para o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta.
Poderia ser diferente? Tudo sempre pode ser melhor.
Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins.
Estes são os 3 R's:
Reduzir, Reutilizar e Reciclar
Reduzir o desperdício,
Reutilizar sempre que for possível antes de jogar fora, e
Reciclar, ou melhor: separar para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não recicla.
O termo reciclagem, tecnicamente falando, não corresponde ao uso que fazemos dessa palavra pois reciclar é transformar algo usado, em algo igual, só que novo. Por exemplo, uma lata de alumínio, pós-consumo, é transformada, através de processo industrial, em uma lata nova.
Quando transformamos uma coisa em outra coisa, isso é reutilização. O que nós, como indivíduos, podemos fazer, é praticar os dois primeiros R's: reduzir e reutilizar.
Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas de destinação, ecologicamente corretas, mais próximas.
Pode ser uma cooperativa de catadores ou até uma instituição filantrópica que receba material reciclável para acumular e comercializar.
O importante é pensarmos sobre os 3 R's procurando evitar o desperdício, reutilizar sempre que possível e, antes de mais nada, PRECICLAR!
Ou seja: Pensar antes de comprar. Pensar no resíduo que será gerado.
Evite embalagens plásticas: elas poderão ser transformadas em produtos plásticos reciclados. O vidro é totalmente reciclável e muito mais útil em termos de reutilização da embalagem.
Preciclar é pensar que a história das coisas não acaba quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a nossa responsabilidade!
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É muito simples! É pensar antes de comprar.
40% do que nós compramos é lixo.
São embalagens que, quase sempre, não nos servem para nada, que vão direto para o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta.
Poderia ser diferente? Tudo sempre pode ser melhor.
Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins.
Estes são os 3 R's:
Reduzir, Reutilizar e Reciclar
Reduzir o desperdício,
Reutilizar sempre que for possível antes de jogar fora, e
Reciclar, ou melhor: separar para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não recicla.
O termo reciclagem, tecnicamente falando, não corresponde ao uso que fazemos dessa palavra pois reciclar é transformar algo usado, em algo igual, só que novo. Por exemplo, uma lata de alumínio, pós-consumo, é transformada, através de processo industrial, em uma lata nova.
Quando transformamos uma coisa em outra coisa, isso é reutilização. O que nós, como indivíduos, podemos fazer, é praticar os dois primeiros R's: reduzir e reutilizar.
Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas de destinação, ecologicamente corretas, mais próximas.
Pode ser uma cooperativa de catadores ou até uma instituição filantrópica que receba material reciclável para acumular e comercializar.
O importante é pensarmos sobre os 3 R's procurando evitar o desperdício, reutilizar sempre que possível e, antes de mais nada, PRECICLAR!
Ou seja: Pensar antes de comprar. Pensar no resíduo que será gerado.
Evite embalagens plásticas: elas poderão ser transformadas em produtos plásticos reciclados. O vidro é totalmente reciclável e muito mais útil em termos de reutilização da embalagem.
Preciclar é pensar que a história das coisas não acaba quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a nossa responsabilidade!
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MMA propõe desafio de um dia sem sacola plástica
08/10/2009 - ASCOM
No embalo da campanha "Saco é um Saco", o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança o Dia do Consumidor Consciente - 15 de outubro - e propõe um desafio: --Um dia sem sacola plástica--. A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa.
Em 2008, a Consumers International (CI) promoveu uma mobilização mundial nesta mesma data para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. O movimento Global Consumer Action Day contou com a adesão de mais de 40 instituições membros da CI e outros grupos de consumidores em 33 países, contribuindo para o Processo de Marrakech, do qual o Brasil faz parte desde 2007 representado pelo Ministério do Meio Ambiente.
O desafio do Dia Sem Sacola Plástica foi aceito pela rede de supermercados Carrefour, a mais nova parceria da campanha Saco é um Saco, começando pelo Rio de Janeiro, onde lojas estarão preparadas para estimular as donas-de-casa e demais clientes a recusar sacolas plásticas na boca do caixa.
A comemoração ainda será marcada pelo lançamento da estratégia de internet da campanha Saco é um Saco, com a apresentação do hotsite www.sacoeumsaco.com.br e das ações articuladas nas redes sociais, como Orkut, Twitter, Facebook e Youtube. O objetivo é reforçar a comunicação do tema com a sociedade e difundir a campanha entre formadores de opinião e internautas em geral.
Na oportunidade, também será anunciado o concurso de vídeos caseiros do Instituto Akatu: Saco de ideias, projeto apoiado pelo MMA. Em vídeos de um minuto, os concorrentes deverão responder à pergunta "O que você faz para reduzir seu consumo de sacolas plásticas?". O prêmio do concurso será anunciado no evento.
Participe - Apesar de prática, quando aceitamos uma sacola na locadora, na farmácia ou na padaria, não temos noção que anualmente 500 bilhões delas são descartadas inadequadamente no meio ambiente mundial, entupindo bueiros, causando enchentes, poluindo mares e matando tartarugas.
No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora. Com uma conta rápida chegamos aos 36 milhões em 24 horas. Imagine quantos recursos naturais podem ser poupados em um único dia de consumo consciente.
Participe desse desafio e ajude a diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolinhas. No dia 15 de outubro, adote um novo hábito de vida, contribua para diminuir esses números e se torne mais um consumidor consciente capaz de transformar a vida no Planeta. "Saco é um saco. Pra cidade, pro Planeta, pro Futuro e pra Você". Recuse, reduza, reutilize!
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No embalo da campanha "Saco é um Saco", o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança o Dia do Consumidor Consciente - 15 de outubro - e propõe um desafio: --Um dia sem sacola plástica--. A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa.
Em 2008, a Consumers International (CI) promoveu uma mobilização mundial nesta mesma data para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. O movimento Global Consumer Action Day contou com a adesão de mais de 40 instituições membros da CI e outros grupos de consumidores em 33 países, contribuindo para o Processo de Marrakech, do qual o Brasil faz parte desde 2007 representado pelo Ministério do Meio Ambiente.
O desafio do Dia Sem Sacola Plástica foi aceito pela rede de supermercados Carrefour, a mais nova parceria da campanha Saco é um Saco, começando pelo Rio de Janeiro, onde lojas estarão preparadas para estimular as donas-de-casa e demais clientes a recusar sacolas plásticas na boca do caixa.
A comemoração ainda será marcada pelo lançamento da estratégia de internet da campanha Saco é um Saco, com a apresentação do hotsite www.sacoeumsaco.com.br e das ações articuladas nas redes sociais, como Orkut, Twitter, Facebook e Youtube. O objetivo é reforçar a comunicação do tema com a sociedade e difundir a campanha entre formadores de opinião e internautas em geral.
Na oportunidade, também será anunciado o concurso de vídeos caseiros do Instituto Akatu: Saco de ideias, projeto apoiado pelo MMA. Em vídeos de um minuto, os concorrentes deverão responder à pergunta "O que você faz para reduzir seu consumo de sacolas plásticas?". O prêmio do concurso será anunciado no evento.
Participe - Apesar de prática, quando aceitamos uma sacola na locadora, na farmácia ou na padaria, não temos noção que anualmente 500 bilhões delas são descartadas inadequadamente no meio ambiente mundial, entupindo bueiros, causando enchentes, poluindo mares e matando tartarugas.
No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora. Com uma conta rápida chegamos aos 36 milhões em 24 horas. Imagine quantos recursos naturais podem ser poupados em um único dia de consumo consciente.
Participe desse desafio e ajude a diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolinhas. No dia 15 de outubro, adote um novo hábito de vida, contribua para diminuir esses números e se torne mais um consumidor consciente capaz de transformar a vida no Planeta. "Saco é um saco. Pra cidade, pro Planeta, pro Futuro e pra Você". Recuse, reduza, reutilize!
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Conselho de Autoridade Portuária discute ampliação do Porto de Santos
07/10/2009 - Mário Senaga
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A reunião contou com a presença do secretário Xico Graziano e representantes dos municípios da região A ampliação do Porto de Santos foi tema da reunião do Conselho de Autoridade Portuária – CAP do Porto. No encontro, o secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano, ouviu as ponderações dos conselheiros do CAP em defesa da proposta de expansão e deixou claro que o Governo de São Paulo não é contra a ampliação do porto. Durante o debate, foram também levantadas diversas dúvidas, pelos conselheiros, com relação a aspectos jurídicos da legislação ambiental e o secretário propôs a realização de uma reunião entre representantes da Procuradoria Geral do Estado e do CAP, para que sejam esclarecidas todas as dúvidas.

O CAP do Porto de Santos é um órgão de deliberação colegiada, responsável pela regulamentação da exploração do porto santista, que também opina sobre a proposta de orçamento e aprova o plano de desenvolvimento e zoneamento do porto, entre outras competências. Seus membros se distribuem entre representantes do Poder Público (federal, estadual e municipais), dos operadores portuários, da classe dos trabalhadores portuários e dos usuários dos serviços portuários.
Xico Graziano lembrou aos conselheiros as discussões sobre a ampliação do Porto que vêm sendo desenvolvidas no âmbito da Avaliação Ambiental Estratégica do litoral paulista, denominado PINO, relativo às atividades portuárias, industriais, navais e “offshore”. A avaliação visa analisar as oportunidades de novos investimentos na região, bem como seus impactos associados nos ecossistemas litorâneos. Graziano também ressaltou o papel intransferível da licença ambiental, esclarecendo que independentemente dos instrumentos de planejamento prévio, a licença ambiental será sempre o aval final e legal para que o empreendedor possa iniciar as obras.

O CAP do Porto de Santos é um órgão de deliberação colegiada, responsável pela regulamentação da exploração do porto santista, que também opina sobre a proposta de orçamento e aprova o plano de desenvolvimento e zoneamento do porto, entre outras competências. Seus membros se distribuem entre representantes do Poder Público (federal, estadual e municipais), dos operadores portuários, da classe dos trabalhadores portuários e dos usuários dos serviços portuários.
Xico Graziano lembrou aos conselheiros as discussões sobre a ampliação do Porto que vêm sendo desenvolvidas no âmbito da Avaliação Ambiental Estratégica do litoral paulista, denominado PINO, relativo às atividades portuárias, industriais, navais e “offshore”. A avaliação visa analisar as oportunidades de novos investimentos na região, bem como seus impactos associados nos ecossistemas litorâneos. Graziano também ressaltou o papel intransferível da licença ambiental, esclarecendo que independentemente dos instrumentos de planejamento prévio, a licença ambiental será sempre o aval final e legal para que o empreendedor possa iniciar as obras.
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Fabricantes e importadores serão responsáveis pelos pneus inservíveis
02/10/2009 - Suelene Gusmão
A partir de agora é lei. A destinação correta dos pneus inservíveis é de responsabilidade de fabricantes e importadores. A norma estabelecida pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) inaugura um sistema de logística reversa, ou seja, obriga fabricantes e importadores a coletar e dar um fim ambientalmente adequado aos pneus que não forem mais utilizados. A Resolução do Conama que define a nova norma foi publicada na quinta-feira (1/10), no Diário Oficial.
A proporção da coleta será de um para um, significando que a cada pneu novo comercializado um deverá ser recolhido. O ato do recolhimento se dará, obrigatoriamente, no momento em que a pessoa estiver fazendo a troca de um pneu usado por um novo, sem qualquer custo para o consumidor.
Uma outra novidade é que os fabricantes e importadores de pneus novos, de forma compartilhada ou isoladamente, deverão implementar pontos de coleta (ecopontos) de pneus inservíveis. E nos municípios acima de 100 mil habitantes deverá haver pelo menos um ponto de coleta e armazenamento a ser implementado num prazo máximo de um ano a partir da publicação da resolução. A implementação estará a cargo de fabricantes e importadores.
A Resolução do Conama foi aprovada em plenário no dia 3 de setembro com o objetivo de disciplinar o gerenciamento dos pneus considerados inservíveis. O texto aprovado, com emendas, foi originalmente concebido de forma consensual entre a Confederação Nacional da Industrial (CNI), a ONG Planeta Verde, o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente.
Esta nova resolução revisa a de nº 258, de 1999, transferindo a responsabilidade pelo recolhimento dos pneus aos fabricantes e importadores. Também estabelece que a proporção será de um para um e não mais de quatro para um, como antes. As discussões para a revisão da norma tiveram início em 2005.
A nova resolução coloca novos desafios aos fabricantes e importadores de pneus novos, que é o de dar destinação ambientalmente adequada a 100% dos pneus que entram no mercado. Ela vai também estimular parcerias com municípios, com o comércio e os consumidores, já que todos fazem parte desta cadeia.
Também será obrigação dos fabricantes e importadores elaborar um plano de gerenciamento de coleta, armazenamento e destinação dos pneus inservíveis e comprovar junto ao Cadastro Técnico Federal (CTF), numa periodicidade máxima de um ano, a destinação dos inservíveis.
Pneus inservíveis, dispostos inadequadamente, constituem passivo ambiental, com risco ao meio ambiente e à saúde pública.
Uma enorme quantidade de pneus é facilmente observada ao longo dos manguezais do Estuário de Santos.
A partir de agora é lei. A destinação correta dos pneus inservíveis é de responsabilidade de fabricantes e importadores. A norma estabelecida pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) inaugura um sistema de logística reversa, ou seja, obriga fabricantes e importadores a coletar e dar um fim ambientalmente adequado aos pneus que não forem mais utilizados. A Resolução do Conama que define a nova norma foi publicada na quinta-feira (1/10), no Diário Oficial.
A proporção da coleta será de um para um, significando que a cada pneu novo comercializado um deverá ser recolhido. O ato do recolhimento se dará, obrigatoriamente, no momento em que a pessoa estiver fazendo a troca de um pneu usado por um novo, sem qualquer custo para o consumidor.
Uma outra novidade é que os fabricantes e importadores de pneus novos, de forma compartilhada ou isoladamente, deverão implementar pontos de coleta (ecopontos) de pneus inservíveis. E nos municípios acima de 100 mil habitantes deverá haver pelo menos um ponto de coleta e armazenamento a ser implementado num prazo máximo de um ano a partir da publicação da resolução. A implementação estará a cargo de fabricantes e importadores.
A Resolução do Conama foi aprovada em plenário no dia 3 de setembro com o objetivo de disciplinar o gerenciamento dos pneus considerados inservíveis. O texto aprovado, com emendas, foi originalmente concebido de forma consensual entre a Confederação Nacional da Industrial (CNI), a ONG Planeta Verde, o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente.
Esta nova resolução revisa a de nº 258, de 1999, transferindo a responsabilidade pelo recolhimento dos pneus aos fabricantes e importadores. Também estabelece que a proporção será de um para um e não mais de quatro para um, como antes. As discussões para a revisão da norma tiveram início em 2005.
A nova resolução coloca novos desafios aos fabricantes e importadores de pneus novos, que é o de dar destinação ambientalmente adequada a 100% dos pneus que entram no mercado. Ela vai também estimular parcerias com municípios, com o comércio e os consumidores, já que todos fazem parte desta cadeia.
Também será obrigação dos fabricantes e importadores elaborar um plano de gerenciamento de coleta, armazenamento e destinação dos pneus inservíveis e comprovar junto ao Cadastro Técnico Federal (CTF), numa periodicidade máxima de um ano, a destinação dos inservíveis.
Pneus inservíveis, dispostos inadequadamente, constituem passivo ambiental, com risco ao meio ambiente e à saúde pública.
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MMA indica parceria com sociedade para evitar ocupação irregular da costa
01/10/2009 - Carlos Américo
O gerente de projeto da Gerência Costeira e Marinha do Ministério do Meio Ambiente, Alberto Costa, disse nesta quinta-feira (1º/10), em Itajaí (SC), que a parceria entre governo e sociedade civil é o melhor caminho para reverter a tendência de ocupação irregular da costa brasileira, que causa diversos danos socioambientais, como as erosões.
Durante o V Congresso de Planejamento e Gestão Costeira para os Países de Expressão Portuguesa, o gerente Alberto Costa ressaltou que os estados e municípios devem elaborar Planos de Gestão Integrada da Orla Marítima, junto com a sociedade, a fim de evitar que mais áreas na costa brasileira sejam invadidas.
Para ajudar na elaboração do plano, o MMA lançou, em março, o Macrodiagnóstico da Zona Costeira e Marinha do Brasil, com informações científicas que orienta ações de planejamento territorial, conservação, regulamentação e controle dos patrimônios natural e cultural.
A publicação destaca o potencial de risco natural, social e tecnológico, tem orientações sobre a biodiversidade costeira e marinha, além de realizar um panorama sobre os danos causados por erosões, bem como por atividades petroleiras e turismo.
O seminário foi realizado pelo Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar da Universidade do Vale do Itajaí, parceira do Ministério do Meio Ambiente em várias ações na área costeira, e reuniu representantes de governos, sociedade civil e academia dos países de língua portuguesa.
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Durante o V Congresso de Planejamento e Gestão Costeira para os Países de Expressão Portuguesa, o gerente Alberto Costa ressaltou que os estados e municípios devem elaborar Planos de Gestão Integrada da Orla Marítima, junto com a sociedade, a fim de evitar que mais áreas na costa brasileira sejam invadidas.
Para ajudar na elaboração do plano, o MMA lançou, em março, o Macrodiagnóstico da Zona Costeira e Marinha do Brasil, com informações científicas que orienta ações de planejamento territorial, conservação, regulamentação e controle dos patrimônios natural e cultural.
A publicação destaca o potencial de risco natural, social e tecnológico, tem orientações sobre a biodiversidade costeira e marinha, além de realizar um panorama sobre os danos causados por erosões, bem como por atividades petroleiras e turismo.
O seminário foi realizado pelo Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar da Universidade do Vale do Itajaí, parceira do Ministério do Meio Ambiente em várias ações na área costeira, e reuniu representantes de governos, sociedade civil e academia dos países de língua portuguesa.
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